DCNT – DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS


Estimativas da Organização Mundial de Saúde apontam as doenças crônicas não transmissíveis como responsáveis por quase 65% das mortes em todo o mundo.

No Brasil, estas doenças têm índice semelhante de morbimortalidade e piora da qualidade de vida.

Entre os fatores de risco das doenças crônicas não transmissíveis consideradas comportamentais – portanto modificáveis – o sedentarismo ocupa lugar de destaque. O sedentarismo seria dependente do desenvolvimento tecnológico que substitui as atividades ocupacionais que demandam gasto energético, e por outras facilidades ocasionadas pela automação que trariam conforto com menor gasto energético: internet, telefone celular, elevador, escada rolante, automóvel, entre outros.

Recente revisão de fatores de risco patrocinada por universidades suíças, alemãs e americanas (Social Science & Medicine, 1999, 48, 445-469) concluiu que o principal fator de risco para o declínio do estado funcional é o sedentarismo.

O sedentarismo continua avançando, apesar de todos os conhecimentos da medicina atual.

Desenvolver políticas públicas de vigilância à saúde torna-se necessidade, com estímulo à vida ativa, alimentação saudável e combate ao tabaco, álcool e uso drogas.

Roberto Losada Pratti

Presidente do IPOMATES

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