ATIVIDADE FÍSICA E ENVELHECIMENTO


Fabio Fusco, diretor do Instituto Popular de Matemática e Esportes, IPOMATES, participou da Meia Maratona de São Paulo em 12 de março de 2018.

Todos os seres vivos dos diferentes reinos têm um começo e um fim.

A vida continua sendo um grande mistério que envolve um trabalho contínuo de integração de um determinado ser e que, com a passagem do tempo, vai ocorrendo um declínio funcional do organismo até chegar à morte.

O ser humano não foge disto, mas sua elevada espiritualidade e inteligência lhe fornecem possibilidades durante o envelhecimento de desacelerar suas perdas funcionais e obter uma melhor qualidade de vida.

Trabalho publicado em 1999 pela revista Social Science & Medicine (nº 48, pag. 445-460) fez uma revisão de toda a literatura mundial sobre os fatores de risco, que vários autores consideram como fundamentais para o declínio do estado funcional: alcoolismo, tabagismo, excesso de medicamentos, inatividade física, comorbidades, quedas, poucos conhecimentos, alterações da visão e audição, entre outras.

A maioria dos autores concluiu que o sedentarismo seria o principal fator de risco para a perda funcional na 3ª idade, e consequentemente debilitação e piora na qualidade de vida.

Este trabalho foi realizado em conjunto por universidade da Suíça, da Alemanha e da Califórnia e teve grande importância na implementação de políticas públicas para a melhor qualidade de vida na 3ª idade.

Há muitos anos insistimos que um estilo de vida ativo, prevalecendo sempre o movimento, seria a melhor maneira de evitar doenças durante o envelhecimento.

A Organização Mundial de Saúde considera que a atividade física regular seria a melhor maneira de melhorar a saúde física, mental e social das pessoas.

Consideramos importante que todos reflitam sobre esses fatores e que observem o que a ciência preconiza para o bem das pessoas.

Roberto Losada Pratti

Presidente do IPOMATES

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