OS MALES DO CIGARRO


A história dos seres humanos sempre mostrou que, em várias sociedades, havia o hábito de fumar.

Entretanto, foi no início do século XX, com a indústria do tabaco, que houve uma explosão do número de fumantes.

Fumar chegou a ser até charmoso: artistas e profissionais liberais se exibiam com cigarros na mão.

Com a II Guerra Mundial, os soldados fumavam como forma de enfrentar a dureza e o sofrimento.

Havia indícios para associar o fumo com doenças. Pesquisas científicas passaram a concluir, cada vez mais, que o hábito de fumar estava relacionado com inúmeras patologias e com a morte.

Em meados dos anos 60 do século passado, a comunidade científica concluiu que a relação entre cigarro, doenças e câncer é inquestionável e que o tabaco foi o maior causador de doenças evitáveis de toda a história da humanidade.

Vários tipos de câncer de pulmão, de laringe, de bexiga, de estômago, de esôfago, seriam causados pelo cigarro.

Doenças como a pulmonar obstrutiva crônica, o acidente vascular cerebral, o infarto do miocárdio, entre outras, teriam como causa o fumo.

Inúmeras campanhas de combate ao fumo divulgadas pelas pelos governos e entidades de saúde conseguiram de alguma forma baixar o número de fumantes.

No Brasil, calcula-se que este número tenha baixado de 24% para 14% de adultos, mas este dado ainda é alto e continua causando grandes danos sociais.

Atualmente, o cigarro só perde para o sedentarismo como principal fator de declínio funcional dos órgãos durante toda a vida. Isto é particularmente importante para a terceira idade quando este declínio é mais evidente.

Portanto, vida sedentária e tabaco é sinônimo de uma péssima qualidade de vida.

A nossa sugestão, como a de todas as entidades de saúde e pessoas de bom-senso é que as pessoas com hábito de fumar se esforcem para acabar com o vício, o que resultará em melhora da qualidade de vida.

Roberto Losada Pratti

Presidente do IPOMATES

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